sexta-feira, 11 de abril de 2008

política católica

O companheiro de emaus pergunta:
como se reconhece o Cristão? Como reconhece um cristão o seu irmão na fé?
Haverá, neste reconhecimento, necessidade de algum sinal político evidente?
O companheiro de emaus crê que não. Se, numa situação de crise, o político vai primeiro à tribuna e depois ao tribunal, o cristão opta prioritariamente pelo templo: recolhe-se, procurando a proximidade do seu Juiz Supremo.
É notória a sofreguidão com que as autoridades católicas (este companheiro de emaus é católico) invadem os fóruns de discussão política, o desejo que revelam de protagonismo nesse âmbito, sem que o companheiro de emaus perceba de onde vem o ensinamento do Senhor nesse sentido. Não descobriu ainda, no Novo Testamento, o mandato para tal acção.